Olhar para não ver | Brado de alerta: a estética para a sobrevivência - 31a Bienal 
Olhar para não ver | Brado de alerta: a estética para a sobrevivência

15 de outubro (quarta-feira) de 2014 • das 15h às 18h
Antonio Donato Nobre e Gerard Moss
Conversa pública: Brado de alerta: a estética para a sobrevivência


Antonio Donato Nobre introduz o tema dos serviços ambientais de ecossistemas e a necessidade de tocar os sentidos das pessoas, para que estas respondam adequadamente com a ajuda da arte. Conduzida juntamente com Gerard Moss, a conversa pública tem como objetivo ilustrar como ciência objetiva, a experiência subjetiva e a aventura podem se conectar, deixando os fatos frios penetrarem sinergisticamente no morno mar da percepção sensorial. Esta ligação aumenta a consciência sobre o vital ambiente integral, gerando senso de maravilha com o privilégio de estar vivo e capaz de compreender tal condição. O drama do abastecimento de água em São Paulo e outras regiões do Brasil, ligado à devastação das florestas, serve como um fio condutor nesta narrativa. As perguntas são: Como conectar a percepção de nossa condição ambiental (nexus) com os fluxos íntimos das emoções motivadoras (ethos)? Existe arte nos “artefatos” funcionais e sistemas da natureza? Pode a arte natural inspirar a arte humana? Pode a arte inspirada na natureza dar um retorno construtivo à nossa capacidade de auto preservação?

15.10.2014
15:00
Pavilhão Bienal, área Parque, Térreo
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